Veja quem é o jovem desaparecido após se afogar em praia de Vilas do Atlântico

Pedro Lucas, de 23 anos, desapareceu após se afogar em praia de Vilas do Atlântico no domingo (16)

As buscas por Pedro Lucas, de 23 anos, continuam nesta segunda-feira (17), na Praia de Vilas do Atlântico, em Lauro de Freitas, na Região Metropolitana de Salvador (RMS). O jovem desapareceu após entrar no mar e se afogar na tarde de domingo (16).

Familiares acompanham de perto a operação e permanecem no local na esperança de que Pedro seja encontrado. Segundo a tia do jovem, Sandra, a família chegou à praia por volta das 5h40 desta segunda-feira para acompanhar a retomada das buscas.

“Estamos aqui desde 5h40 com os bombeiros, na esperança de encontrar Pedro Lucas. Peço a Deus que dê força a cada um de nós”, relatou a tia.

Sandra contou ainda que Pedro costumava frequentar e passar bastante tempo na praia, mas não tinha muita habilidade para nadar.

A mãe do jovem, Mara, recebeu a notícia do desaparecimento ainda na tarde de domingo. Ela permaneceu na praia acompanhando as buscas junto aos familiares até a noite, quando os trabalhos precisaram ser interrompidos. A família retornou ao local na manhã desta segunda-feira, quando as operações foram retomadas.

 

Buscas por jovem desaparecido após se afogar em praia de Vilas do Atlântico

A operação foi iniciada ainda no domingo (16), após dois jovens entrarem no mar e se afogarem. Um dos rapazes, de 18 anos, foi retirado da água e recebeu atendimento de uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Não há informações atualizadas sobre o estado de saúde dele.

Já o outro jovem permanece desaparecido. Segundo informações atualizadas sobre o caso, ele foi identificado como Pedro Lucas, de 23 anos.

Segundo o Corpo de Bombeiros, a área permanece sinalizada com bandeira vermelha, que indica condições impróprias para banho. A sinalização ocorre devido à instabilidade meteorológica, à agitação marítima e à alteração das condições de navegabilidade.

O mar agitado pode provocar ondas mais fortes, correntes de retorno e mudanças repentinas na circulação da água. Por isso, os militares monitoram as condições do ambiente e ajustam as estratégias de busca de acordo com a segurança operacional.

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