Foram condenados Ederlan Santos Mariano, Weslen Pablo Correia de Jesus e Victor Gabriel Oliveira Neves por feminicídio qualificado, com agravantes como motivo torpe, meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima.
As penas foram de 34 anos e 5 meses para Ederlan, 33 anos e 2 meses para Victor e 28 anos e 6 meses para Weslen, que teve redução após confissão.
Segundo o Ministério Público da Bahia, a vítima foi atraída sob falso pretexto, morta com golpes de faca e teve o corpo ocultado e queimado. A investigação aponta que o crime foi planejado, com divisão de tarefas e motivação financeira.
O caso já havia resultado na condenação de Gideão Duarte de Lima, apontado como responsável por atrair a vítima, a mais de 20 anos de prisão.
Em uma das imagens, a mãe de Sara Freitas comemora a decisão do júri e agradece a Deus pela justiça ter sido cumprida.















